GeneriC
04/02/2005, 11:13
Um sujeito resolve comprar um animal de estimação. Ele entra numa loja e seu olhar se detém num pequeno papagaio sentado (sim, sentado!) num puleiro de uma gaiola.
O papagaio não tem patas! O sujeito exclama:
- O que é que aconteceu a este papagaio ?
O papagaio responde:
- Eu nasci assim. Sou um papagaio defeituoso.
- Ha! ha ! Muito boa! - diz rindo o sujeito - Dá até para acreditar que é o papagaio que disse isso! Onde está o ventríloquo ?
- Sou eu mesmo quem falou - responde a ave - Sou um pássaro Muito inteligente, com educação e cultura esmeradas.
- Ah é ? Nesse caso, me diga como é que você se mantém neste puleiro já que você não tem patas ?
- Bem - explica o papagaio - É um tanto embaraçoso, mas já que o senhor está pedindo... Eu enrolo meu pênis como um gancho em volta
da barra horizontal. É assim que me seguro. O senhor não pode vê-lo porque está escondido embaixo de minha plumagem.
- Quer dizer que você entende, e pode responder a tudo que eu lhe perguntar?
- Claro. E falo também inglês, francês e alemão. Posso manter conversações em português e em todas essas línguas com razoável
competência, sobre praticamente qualquer assunto: política, religião, esportes, física, química, artes, filosofia... e sou particularmente bom em ornitologia. O senhor deveria me comprar, sou uma companhia muito agradável..
O sujeito vê o preço numa etiqueta: 2.000 reais.
- Infelizmente não tenho como, é muito caro.
- Calma! - sussurra o papagaio - Ninguém me quer porque não tenho patas. Tenho certeza de que se o senhor oferecer 200 reais o dono
da loja fecha na hora.
O sujeito oferece 200 reais e, efetivamente o dono aceita. Semanas se passam. O papagaio é sensacional. Ele é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos ótimos. O sujeito está Deslumbrado.
Um dia ele volta do trabalho e o papagaio sussurra:
- Olha, eu não sei se deveria lhe contar... Mas é a respeito de sua mulher e do zelador.
- O que ? - estranha o sujeito.
- Bem - conta o papagaio - quando o zelador tocou a campainha de manhã sua mulher atendeu. Ela estava apenas de camisola
transparente, e o beijou na boca.
- E o que aconteceu depois?
- O zelador entrou, e fechou a porta. Ele arrancou a camisola e começou a beijá-la. Começou pelos seios e foi descendo devagarinho.
- Saco! E quê mais ?
- Aí ele a sentou no sofá, abriu as pernas dela, se ajoelhou e enfiou a cara. E começou a lambê-la. Primeiro devagar, depois mais
rápido, depois a colocou de quatro e apontou o pau para a bundinha dela . O papagaio dá uma pausa. O dono se impaciente:
- E depois? O que aconteceu? Vamos, conta!
- Aí não vi mais nada. Fiquei de pau duro e caí do puleiro!
Papagaio esperto
Uma senhora estava farta de ficar sozinha a maioria do tempo e, procurando
por companhia, resolve comprar um papagaio. Então ela entra em uma loja e
pergunta o preço do animal, quando o dono da loja diz:
- Olha, eu tenho esse papagaio aqui e lhe vendo por 20 reais!
Ela fica feliz com o preço e resolve levar o bichinho, mas o dono da loja
adverte:
- Esse papagaio pertencia a um prostíbulo, antes de eu tê- lo comprado..
Portanto, ele fala algumas grosserias de vez em quando, mas é muito esperto.
Como a senhora estava muito determinada a comprar o papagaio, leva o bicho e
o coloca em uma gaiola logo na entrada de sua casa.
O bicho olha em volta, em seguida olha para a senhora e diz:
- Nova casa. Nova cafetina.
A mulher fica um pouco espantada mas depois acha engraçado.
As filhas da senhora chegam da escola e o papagaio diz:
- Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas.
As meninas ficam espantadas, mas a mãe explica o caso e elas também acham
engraçado.
Então o marido chega em casa à noite e o papagaio olha para ele e diz:
- Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas. Ohh, Sr Alexandre, mudou de
puteiro?
Uma loira estava viajando sozinha pela estrada com o seu reluzente fusca 78 que, de repente, começou a engasgar e parou na beira da estrada.
A loira ficou desesperada e foi pedir ajuda, quando aconteceu uma incrível coincidência, digna de piadas sem graça: Passou um outro fusca, com uma outra loira, que parou no acostamento e gritou, eufórica:
- Oi amiga! Qual o problema?
- Ai, eu não sei... Estou desesperada! Vou abrir o capô pra ver se descubro...
Depois de alguns minutos tentando, ela conseguiu abrir o capô do fusca e exclamou, assustada:
- Ah, meu Deus! Eu não acredito! Roubaram o meu motor!
A outra loira ficou desesperada, correu para o seu Fusca, abriu a tampa traseira e disse, aliviada:
- Ai, amiga... Estamos salvas... Por sorte, eu tenho um motor reserva no meu porta-malas!
O Caipira e o Supositório
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas,como era caipira da
gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que,depois de sua
mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir.Mas ela fez questão
de ir junto.
Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado
de fora.
E o médico disse:
- Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e
fica tudo bem!
- Brigado, dotô... - disse o caipira, saindo da sala.
Do la do de fora, Gislaine foi logo perguntando:- I aí, Cráudio? Como foi, homi?
- Eu só perciso usá esse negóço aqui...Chama "suipostório"!
- Mais comé qui si usa isso, homi?
- Uai... - disse ele, colocando a mão na cabeça - Sei
lá eu, sô!
- Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti
ixpricá!
- Ai... O homi vai ficá brabo!
- Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
- Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
- No reto. Supositórios são para colocar no reto.
- Brigado, dotô... - disse ele, saindo da sala.
- I aí, Cráudio - perguntou Gislaine.
- Eu perciso colocá isso aqui no reto! - disse ele.
- Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
- Uai... Eu sei lá!
- Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
- Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
- Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
- Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
- No reto - explicou o médico, calmamente - No final da coluna cervical...
- Brigado, dotô! - e saiu da sala.
- Pronto, Gislaine - explicou ele pra sua esposa - É só eu colocá no reto,
qui fica no finár da coluna cervicár!
- Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
- Ih, isso eu já num sei...
- INTÃO VORTA LÁ, HOMI!
E lá se foi ele mais uma vez.
- Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
- No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
- Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá
bravo?
O papagaio não tem patas! O sujeito exclama:
- O que é que aconteceu a este papagaio ?
O papagaio responde:
- Eu nasci assim. Sou um papagaio defeituoso.
- Ha! ha ! Muito boa! - diz rindo o sujeito - Dá até para acreditar que é o papagaio que disse isso! Onde está o ventríloquo ?
- Sou eu mesmo quem falou - responde a ave - Sou um pássaro Muito inteligente, com educação e cultura esmeradas.
- Ah é ? Nesse caso, me diga como é que você se mantém neste puleiro já que você não tem patas ?
- Bem - explica o papagaio - É um tanto embaraçoso, mas já que o senhor está pedindo... Eu enrolo meu pênis como um gancho em volta
da barra horizontal. É assim que me seguro. O senhor não pode vê-lo porque está escondido embaixo de minha plumagem.
- Quer dizer que você entende, e pode responder a tudo que eu lhe perguntar?
- Claro. E falo também inglês, francês e alemão. Posso manter conversações em português e em todas essas línguas com razoável
competência, sobre praticamente qualquer assunto: política, religião, esportes, física, química, artes, filosofia... e sou particularmente bom em ornitologia. O senhor deveria me comprar, sou uma companhia muito agradável..
O sujeito vê o preço numa etiqueta: 2.000 reais.
- Infelizmente não tenho como, é muito caro.
- Calma! - sussurra o papagaio - Ninguém me quer porque não tenho patas. Tenho certeza de que se o senhor oferecer 200 reais o dono
da loja fecha na hora.
O sujeito oferece 200 reais e, efetivamente o dono aceita. Semanas se passam. O papagaio é sensacional. Ele é divertido, interessante, entende de tudo, dá conselhos ótimos. O sujeito está Deslumbrado.
Um dia ele volta do trabalho e o papagaio sussurra:
- Olha, eu não sei se deveria lhe contar... Mas é a respeito de sua mulher e do zelador.
- O que ? - estranha o sujeito.
- Bem - conta o papagaio - quando o zelador tocou a campainha de manhã sua mulher atendeu. Ela estava apenas de camisola
transparente, e o beijou na boca.
- E o que aconteceu depois?
- O zelador entrou, e fechou a porta. Ele arrancou a camisola e começou a beijá-la. Começou pelos seios e foi descendo devagarinho.
- Saco! E quê mais ?
- Aí ele a sentou no sofá, abriu as pernas dela, se ajoelhou e enfiou a cara. E começou a lambê-la. Primeiro devagar, depois mais
rápido, depois a colocou de quatro e apontou o pau para a bundinha dela . O papagaio dá uma pausa. O dono se impaciente:
- E depois? O que aconteceu? Vamos, conta!
- Aí não vi mais nada. Fiquei de pau duro e caí do puleiro!
Papagaio esperto
Uma senhora estava farta de ficar sozinha a maioria do tempo e, procurando
por companhia, resolve comprar um papagaio. Então ela entra em uma loja e
pergunta o preço do animal, quando o dono da loja diz:
- Olha, eu tenho esse papagaio aqui e lhe vendo por 20 reais!
Ela fica feliz com o preço e resolve levar o bichinho, mas o dono da loja
adverte:
- Esse papagaio pertencia a um prostíbulo, antes de eu tê- lo comprado..
Portanto, ele fala algumas grosserias de vez em quando, mas é muito esperto.
Como a senhora estava muito determinada a comprar o papagaio, leva o bicho e
o coloca em uma gaiola logo na entrada de sua casa.
O bicho olha em volta, em seguida olha para a senhora e diz:
- Nova casa. Nova cafetina.
A mulher fica um pouco espantada mas depois acha engraçado.
As filhas da senhora chegam da escola e o papagaio diz:
- Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas.
As meninas ficam espantadas, mas a mãe explica o caso e elas também acham
engraçado.
Então o marido chega em casa à noite e o papagaio olha para ele e diz:
- Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas. Ohh, Sr Alexandre, mudou de
puteiro?
Uma loira estava viajando sozinha pela estrada com o seu reluzente fusca 78 que, de repente, começou a engasgar e parou na beira da estrada.
A loira ficou desesperada e foi pedir ajuda, quando aconteceu uma incrível coincidência, digna de piadas sem graça: Passou um outro fusca, com uma outra loira, que parou no acostamento e gritou, eufórica:
- Oi amiga! Qual o problema?
- Ai, eu não sei... Estou desesperada! Vou abrir o capô pra ver se descubro...
Depois de alguns minutos tentando, ela conseguiu abrir o capô do fusca e exclamou, assustada:
- Ah, meu Deus! Eu não acredito! Roubaram o meu motor!
A outra loira ficou desesperada, correu para o seu Fusca, abriu a tampa traseira e disse, aliviada:
- Ai, amiga... Estamos salvas... Por sorte, eu tenho um motor reserva no meu porta-malas!
O Caipira e o Supositório
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas,como era caipira da
gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que,depois de sua
mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir.Mas ela fez questão
de ir junto.
Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado
de fora.
E o médico disse:
- Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e
fica tudo bem!
- Brigado, dotô... - disse o caipira, saindo da sala.
Do la do de fora, Gislaine foi logo perguntando:- I aí, Cráudio? Como foi, homi?
- Eu só perciso usá esse negóço aqui...Chama "suipostório"!
- Mais comé qui si usa isso, homi?
- Uai... - disse ele, colocando a mão na cabeça - Sei
lá eu, sô!
- Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti
ixpricá!
- Ai... O homi vai ficá brabo!
- Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
- Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
- No reto. Supositórios são para colocar no reto.
- Brigado, dotô... - disse ele, saindo da sala.
- I aí, Cráudio - perguntou Gislaine.
- Eu perciso colocá isso aqui no reto! - disse ele.
- Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
- Uai... Eu sei lá!
- Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
- Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
- Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
- Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
- No reto - explicou o médico, calmamente - No final da coluna cervical...
- Brigado, dotô! - e saiu da sala.
- Pronto, Gislaine - explicou ele pra sua esposa - É só eu colocá no reto,
qui fica no finár da coluna cervicár!
- Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
- Ih, isso eu já num sei...
- INTÃO VORTA LÁ, HOMI!
E lá se foi ele mais uma vez.
- Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
- No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
- Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá
bravo?