PDA

Visualizar Versão completa : [NOTICIAS] Brasil


YooB
05/09/2007, 1:27
EMBRAER inicia modernização dos 53 AMX da FAB



São José dos Campos, 31 de agosto de 2007 ? A Embraer recebeu o primeiro dos jatos AMX da Força Aérea Brasileira (FAB) para modernização de sistemas e atualização tecnológica. O projeto de modernização dos jatos AMX, designados A-1 pela FAB, tem por objetivo manter ativa por mais 20 anos a frota de 53 unidades de um dos mais eficientes aviões de combate em atuação no país, fabricados pela Embraer entre 1989 e 2000.
A atualização do AMX incorporará o que há de mais atual em tecnologia para sistemas aviônicos, de armamento e sensores, sendo boa parte dos componentes utilizados fabricados no Brasil. Assim, a aeronave atingirá o patamar operacional dos mais avançados aviões de combate disponíveis no mercado.

?Sentimo-nos muito honrados em atender as necessidades da FAB no cumprimento da sua missão constitucional de defesa nacional?, disse Luiz Carlos Aguiar, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa e Governo.

?Mais uma vez, temos a oportunidade de sermos a integradora de novas tecnologias que envolverão outras empresas da indústria de defesa no Brasil?, acrescentou Aguiar, lembrando que a modernização é de suma importância não apenas para a FAB, mas também para a indústria aeronáutica e a própria Embraer.

?O AMX é o diferencial pró-Brasil na América do Sul, graças à capacidade operacional obtida em cumprimento aos requisitos estabelecidos nas décadas de 70 e 80. A atualização tecnológica do avião visa a introduzir novas capacidades, que o levarão ao cumprimento pleno da sua missão nos próximos 20 anos?, explicou o Brigadeiro Nôro, Subdiretor de Desenvolvimento e Programas (SDDP) e Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).
Sobre o AMX
O AMX, designado A-1 pela FAB, é um jato de ataque ar-superfície, empregado também em missões de reconhecimento aéreo. Em 1977, a Força Aérea Italiana efetuou uma licitação para desenvolvimento de um caça-bombardeiro. As empresas Aeritalia, atualmente denominada Alenia Aeronáutica, e Aermacchi, ambas italianas, fizeram uma proposta conjunta, iniciando os trabalhos em abril de 1978.

Em março de 1981, os governos italiano e brasileiro concluíram um acordo de requerimentos conjuntos para as aeronaves e a Embraer foi convidada a se juntar ao programa. Assim nasceu o AMX, projetado, desenvolvido e produzido por um consórcio formado pelas três empresas.

O primeiro protótipo voou em 15 de maio de 1984 e a produção em série começou dois anos depois, com os primeiros exemplares entregues à FAB e à Força Aérea Italiana em 1989. Nos 11 anos seguintes, até 2000, quase 200 aviões deste tipo foram produzidos. Os esquadrões italianos de AMX voaram 252 missões de combate na guerra do Kosovo, na Sérvia, em 1999, como parte da Operação Allied Force, sem nenhuma aeronave perdida.

No Brasil, o A-1 é operado pelo primeiro e terceiro esquadrões do décimo Grupo de Aviação (1º/10º GAv ? Esquadrão Poker e 3º/10º GAv ? Esquadrão Centauro, respectivamente), ambos sediados na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e pelo 1º/16º GAv ? Esquadrão Adelphi, sediado na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

Dentre os principais benefícios da modernização dos jatos AMX da FAB, pode-se citar:
? Geração de tecnologia na área de integração de sistemas aviônicos de última geração e desenvolvimento de software embarcado no Brasil, beneficiando-se do conhecimento adquirido nos projetos AL-X (Embraer A-29 Super Tucano) e F-5BR (Northrop F-5 Tiger II);
? Autonomia, no Brasil, para a integração de novos sistemas e sensores, bem como suporte logístico local;
? Consolidação do parque de empresas aeronáuticas voltadas para eletrônica de defesa;
? Manutenção e ampliação da capacidade tecnológica da Embraer para desenvolver novos produtos para o Ministério da Defesa do Brasil, gerando possibilidades de exportação;
? Aumento da confiabilidade e disponibilidade atual da frota e incremento da capacidade operacional;
? Redução da obsolescência de equipamentos, sistemas e tecnologias;
? Independência na manutenção da frota, em relação aos fornecedores externos, uma vez que o País passará a deter controle total sobre o software operacional;
? Extensão da operação efetiva das aeronaves AMX por mais 20 anos.



Aleluia


FAB recebe mais dois Mirage 2000


Mais uma vez atendendo à solicitação da Força Aérea Brasileira, a Armée de l?Air concordou com a antecipação de entrega de duas aeronaves para o mês de agosto, ficando as duas demais para serem entregues no mês de outubro de 2007.
Para realizar a viagem de traslado, todas as medidas foram tomadas e o seguinte cronograma de eventos deverá ser realizado:
- 27 de agosto ? Disponibilização do Mirage 2000B (4933) e Mirage 2000C (4943) para recebimento.
- 27 de agosto ? Chegada do KC-137 a Istres.
- 31 de agosto ? Brifim final para o deslocamento.
- 01 de setembro ? Decolagem de Istres e de Orange para Dakar.
- 02 de setembro ? Decolagem de Dakar para Natal.
- 03 de setembro ? Decolagem de Natal para Anápolis.


Fonte: FAB

ABUJAMRA
05/09/2007, 5:46
Pena que a Embraer congelou as contratações de meio de ano...nessa eu rodei :bf2br01::bf2br26:
Mas ainda assim, amo a Embraer:bf2br06:. Gogogo!:bf2br29:

João Canabrava
05/09/2007, 11:13
Tem um monte de empresa menor participando da mordenização do AMX, que até procuraram empregados aqui em Porto Alegre.

Adelphi
05/09/2007, 11:30
Continuando ...


Governo planeja reativar indústria de armamentos
Sergio Leo

O apoio do governo para substituir fornecedores estrangeiros por uma indústria nacional de defesa será um dos principais pontos da Estratégia de Defesa Nacional, que o ministro da Defesa, Nélson Jobim estabelecerá, a partir desta quinta-feira, para orientar os gastos e ações das Forças Armadas. Com essa estratégia, Jobim deve assumir de fato o comando das Forças Armadas, e, se superar as resistências dos comandados, dar destino aos planos de reestruturação do Exército, Marinha e Aeronáutica, que herdou ao assumir o Ministério da Defesa.

Amanhã, acompanhado dos três comandantes militares e do secretário para Planejamento de Longo Prazo, Mangabeira Unger, Jobim, anunciará, no Palácio do Planalto, a formação de um grupo de alto nível que estabelecerá essa estratégia de defesa. O impulso à indústria nacional de defesa fará parte da política industrial do governo, informou o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, que citou o exemplo da atuação da Embraer no desenvolvimento do AMX. Ele anunciou a intenção de dar incentivo a fabricantes brasileiros de armamento, helicópteros, aviões, embarcações e radares.

O assunto foi mencionado na reunião de ministros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dia 30 de agosto. "Apoio à indústria bélica?", chegou a comentar Lula, antes de aprovar a idéia. "Bélica não presidente, indústria de defesa", batizou Jobim.

Jobim consultou os comandantes das três Forças para deles obter apoio a essa iniciativa, que pretende subordinar os orçamentos das três armas à uma só diretriz e acabar com indefinições tradicionais sobre o papel e estratégia do Exército, Marinha e Aeronáutica. Por falta dessas definições, por exemplo, a Marinha investiu, ao mesmo tempo, sem muito êxito, em porta-aviões, típicos de uma armada voltada a ações ofensivas, e no submarino nuclear, poderoso equipamento defensivo.

A aprovação da estratégia nacional de defesa dirá, segundo espera o governo, o que fazer também com os quartéis, e se alguns deles, em certas regiões de fronteira, não devem ser, por exemplo, substituídos por forças táticas especializadas e equipadas, de grande mobilidade. Jobim quer cobrar, nas decisões de investimento das três Forças, prioridade para os fornecedores nacionais. A estratégia de defesa que preconiza prevê uma força de dissuasão robusta e uma concepção de defesa nacional.

O ministro quer que o tema deixe de ser visto como assunto exclusivo dos militares, e seja discutido nacionalmente, como parte do projeto de desenvolvimento do país. Daí o pedido para que Mangabeira Unger participe do debate, que, na prática, será um teste para o novo ministro, já que acabará com a autonomia existente, hoje, na definição de prioridades das Forças Armadas.

Na decisão de apoiar a indústria nacional, Jobim conta com a simpatia dos militares, e assume papel de liderança, que havia sido perdido para o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que criou na Fiesp o Comitê da Cadeia Produtiva da Indústria de Defesa (Comdefesa), para discutir o tema com empresários e generais. Skaf, há semanas, criticava em Brasília uma decisão de governo que promete se transformar em um dos constrangimentos para o ministro da Defesa: a negociação com o governo russo para derrubada de barreiras à exportação de carnes do Brasil, em troca da compra, pelas Forças Armadas, de helicópteros de fabricação russa.
"Helicóptero é tecnologia, tem de ser negociado em troca de vantagens tecnológicas, não por commodities como carne", critica Skaf.

A negociação dos helicópteros é motivo de queixas reservadas de oficiais das três Forças. O grupo criado pela Fiesp defende, em casos como esse, que o governo recorra à Helibrás, fabricante do helicóptero Esquilo, no país.
Além da Embraer, única remanescente da indústria bélica brasileira em situação favorável, sobrevivem no país a Avibrás, sem condições de fabricar mísseis de precisão projetados na empresa, a Mectron, fabricante dos mísseis Piranha, a Imbel, fabricante de armas, e a Orbisat, fabricante de fechaduras e capacetes para empresas de segurança, apesar de ter projetos para fabricação de radares de baixa altura.

A possibilidade de usar o poder de compra do governo para impulsionar o avanço tecnológico das empresas do setor de defesa é citada pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, como um dos argumentos para evitar acordos com cláusulas de liberalização total das licitações e aquisições de governo para fornecedores estrangeiros. O secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, é ainda mais enfático e, em julho, fez uma defesa veemente do apoio à indústria de defesa, que, em textos para a Escola Superior de Guerra, já apontou como faceta essencial da política externa.

Para Jobim, que deu demonstração de prestígio na esteira da crise aérea, ao obter aumento de mais de 50% no orçamento para o ministério, em 2008, o reequipamento das Forças Armadas, possibilitado pelas novas verbas, tem de estar ligado a uma doutrina de defesa e estratégia militar, hoje inexistente pela desarticulação entre Exército, Aeronáutica e Marinha.

A estratégia a ser criada a partir do grupo que será constituído amanhã, se bem-sucedida, deverá consolidar o controle civil do ministério da Defesa sobre os comandos militares, que ainda resistem a considerar Jobim o superior hierárquico. Pelo mesmo motivo, pode sofrer boicotes nas três armas, perigo que se imagina afastado, no Planalto, com o poder concedido a Jobim por Lula, que prometeu as condições necessárias para constituir, de fato, o ministério, hoje uma "casca de ovo", como se define no governo, sem pessoal nem verbas.

YooB
05/09/2007, 17:01
Excelente, tomara que continue assim, fazer produtos ancionais é a melhor coisa que tem, a Osorio sonho que poderia voltar.

Daniel_Costa_RJ
05/09/2007, 17:55
O GOVERNO está superando minhas expectativas, nunca iria pensar que na época que está se virar para a indústria bélica é um grande salto. Lógico uma indústria bélica forte pode aumentar a economia.

ABUJAMRA
06/09/2007, 2:25
O GOVERNO está superando minhas expectativas, nunca iria pensar que na época que está se virar para a indústria bélica é um grande salto. Lógico uma indústria bélica forte pode aumentar a economia.

Tenho lá minhas suspeitas. Depois da farsa do desarmamentismo, do plebiscito que, por pouco, não foi negligenciado, agora fomentam a indústria bélica?
Tá me cheirando a golpe, isso...:bf2br19:

vfn4i83
06/09/2007, 3:47
Tenho lá minhas suspeitas. Depois da farsa do desarmamentismo, do plebiscito que, por pouco, não foi negligenciado, agora fomentam a indústria bélica?
Tá me cheirando a golpe, isso...:bf2br19:

Tomara que seja um golpe no atraso que há neste país.



Quem sabé daqui 10 anos seremos finalmente uma nação desenvolvida.

YooB
06/09/2007, 11:44
Tomara que seja um golpe no atraso que há neste país.



Quem sabé daqui 10 anos seremos finalmente uma nação desenvolvida.seu comentário foi bom cara, leia esse livro: Heródoto barreiro, O Relatório da CIA, na capa desse livro está escrito assim, CIA prevê: O Brasil será uma pontencia mundial até 2020....recomendo, muito bom o livro.

João Canabrava
06/09/2007, 12:38
Brasil potência?

Piada do ano.

Smiith
06/09/2007, 17:49
Brasil potência?

Piada do ano.

Morteim
06/09/2007, 23:29
Finalmente vão modernizar os Amx, pelo menos já é alguma coisa.
Tomara que esse pac olhe também pra aviação da marinha, venda os A-4 Skyhawk e compre alguns outros semi-novos pra marinha usar no São Paulo.

Smurf
07/09/2007, 0:13
Bom, saindo um pouco do tema dos AMX, mas ainda sendo Brasil. Alguem sabe algo mais: (leia-se fotos =P)


http://www.dezh.de/imghosting/54197189bd2c4e8b23d4802b473b1827.jpg
CARIBBEAN SEA (Sept. 2, 2007) - A visit, board, search and seizure (VBSS) team attached to Brazil Navy frigate Independencia (F 44) rappel onto their ship from a Brazil Navy Lynx helicopter during PANAMAX 2007.Download HiRes (http://www.navy.mil/management/photodb/photos/070902-N-1810F-618.jpg)

YooB
07/09/2007, 1:00
Bom, saindo um pouco do tema dos AMX, mas ainda sendo Brasil. Alguem sabe algo mais: (leia-se fotos =P)


http://www.dezh.de/imghosting/54197189bd2c4e8b23d4802b473b1827.jpg
CARIBBEAN SEA (Sept. 2, 2007) - A visit, board, search and seizure (VBSS) team attached to Brazil Navy frigate Independencia (F 44) rappel onto their ship from a Brazil Navy Lynx helicopter during PANAMAX 2007.Download HiRes (http://www.navy.mil/management/photodb/photos/070902-N-1810F-618.jpg)linda foto.

YooB
07/09/2007, 1:01
Brasil potência?

Piada do ano.
leia o livo joão, você vai gostar.

Adelphi
10/09/2007, 11:56
Bom, saindo um pouco do tema dos AMX, mas ainda sendo Brasil. Alguem sabe algo mais: (leia-se fotos =P)



CARIBBEAN SEA (Sept. 2, 2007) - A visit, board, search and seizure (VBSS) team attached to Brazil Navy frigate Independencia (F 44) rappel onto their ship from a Brazil Navy Lynx helicopter during PANAMAX 2007.Download HiRes (http://www.navy.mil/management/photodb/photos/070902-N-1810F-618.jpg)



O PANAMAX foi um exercicio dentro da fase atlantica da UNITAS 2007 onde as marinhas da regiao treinaram a defesa do canal do Panamá

Reis34
10/09/2007, 14:31
apesar de tudo e dos pessimistas o Brasil sera sim em 2040 a quinta potencia mundia economica e militar...:t

Adelphi
10/09/2007, 15:01
De qualquer maneira estes Centros de estudos estrategicos e agencias de inteligencia vivem de futurologia e achismos.

Mas quem sabe um dia este nosso país encontre um rumo certo



Mapping the Global Future Report of the National Intelligence
Council's 2020 Project
http://www.defesanet.com.br/intel/2020nic/

Estudo da Cia

Mapping the Global Future pdf 7,0 MB Site da CIA
http://www.foia.cia.gov/2020/2020.pdf (http://www.foia.cia.gov/2020/2020.pdf)

e-S4p3R
10/09/2007, 16:00
O GOVERNO está superando minhas expectativas, nunca iria pensar que na época que está se virar para a indústria bélica é um grande salto. Lógico uma indústria bélica forte pode aumentar a economia.

O foda é q poucos sabem disso!