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    CARROS DE COMBATE LEOPARD 1A1 NO BRASIL

    CARROS DE COMBATE LEOPARD 1A1
    NO EXÉRCITO BRASILEIRO 1996 - 2002


    Expedito Carlos Stephani Bastos,

    Pesquisador de Assuntos Militares UFJF


    As origens da arma blindada no Exército Brasileiro datam do ano de 1921, quando foram adquiridos na França 12 Renault FT-17, formando assim a Companhia de Carros de Assalto, extinta em 1932.

    Várias tentativas isoladas ocorreram nos anos de 1924, 1930 e 1932, formando o embrião do que viria a ser a indústria de blindados no Brasil com sua ascensão nos anos 70 e declínio nos anos 90.

    A consolidação dos blindados no Brasil se dá em 1938, quando da aquisição de 23 tanquetes Italianos Fiat-Ansaldo CV 3 35, e no ano seguinte é criado o Centro de Instrução de Motorização e Mecanização no Exército Brasileiro. Com o desenrolar da 2ª Guerra Mundial, o Brasil passa a receber carros de combate de origem norte-americana, sendo os mais expressivos, os Sherman e Lee, momento em que são criadas várias unidades blindadas no território brasileiro, existentes até hoje.

    Após aquele conflito, passa a receber nos anos 60 e 70, carros de combate leve M-41, adotado como o principal no Exército Brasileiro. Nas duas décadas seguintes a Indústria Nacional desenvolve projetos próprios, culminando nos anos 80, com o Carro de Combate (CC) Engesa EE-T1 Osório, excelente, visando a exportação e produção seriada para equipar nossas unidades blindadas.

    Três protótipos foram construídos e testados, chegando inclusive a vencer uma concorrência internacional para fornecimento à Arábia Saudita, onde o Osório concorreu com que o de melhor havia no momento, o M-1 Abrams, o AMX 40 e o Challenger, consagrando-se entre eles.

    Problemas políticos e econômicos fizeram com que esta vitória se transformasse em derrota e a não concretização de se poder levar adiante este e outros projetos, culminou com a quase extinção de nossa indústria bélica.

    A partir daí o Exército Brasileiro, cujas unidades blindadas estavam equipadas com o obsoleto carro de combate leve M-41, já modernizado no Brasil, viu-se obrigado a equipar estas unidades com carros de combate mais modernos, razão pela qual são adquiridos a partir de 1996, primeiramente os 91 CC M-60 A3 TTS dos Estados Unidos e posteriormente 128 CC LEOPARD 1A1 da Bélgica, os primeiros MBT no Brasil. (foto 1 e 2)

    Foi elaborado pelo então Ministério do Exército (extinto pela criação do Ministério da Defesa em 1999) uma diretriz para a implantação das Viaturas Blindadas de Combate, CC Leopard 1A1 no Exército em 17 de maio de 1996.

    Inicialmente foi feita a compra de 61 CC Leopard 1A1, pela Comissão nomeada em dezembro de 1994, que foi á Bélgica para escolher o material, tendo como critérios em primeiro lugar a vida útil do canhão, a menor quilometragem de transmissão e o menor número de horas de uso do motor.

    Aplicando tratamento estatístico obteve para o carro médio os seguintes parâmetros:

    Horas do motor: 500,8 horas
    Quilometragem da transmissão: 3229km
    EFC (Vida útil do canhão): 172

    Foi contratada a firma Belga STILES para a aquisição dos 61 CC Leopard 1A1, prevendo a entrega em três lotes com intervalo de quatro (4) meses entres cada lote, com exceção da munição, que veio integralmente com o primeiro lote.

    O pagamento foi efetuado por ocasião do recebimento de cada lote.

    Foram divididos da seguinte forma:

    1º lote: 20 CC
    2º lote: 20 CC
    3º lote: 21 CC todos recebidos entre 1997 e 1998

    Houve um acompanhamento pela Comissão Brasileira na Bélgica até os embarques dos respectivos lotes, sendo que os CC vieram com todo o ferramental existente em cada um deles e equipamento de comunicações. Foram também adquiridos kits de manutenção até de 4º Escalão.

    Todo o material foi entregue ao Parque Regional de Manutenção/1 (PqRMnt/1) no Rio de Janeiro e de lá foi distribuído às respectivas unidades entre 1997 e 2000.

    Treinou-se militares na Bélgica para operarem os CC Leopard 1A1 a nível de 1º, 2º e 3º Escalões. A compra de mais 67 CC para completarem os 128 foi efetuado em 1998 e os CC recebidos até 2000.

    Fatos importantes marcam esta nova fase da arma blindada no Exército Brasileiro, como a criação em 1996 do CENTRO DE INSTRUÇÃO DE BLINDADOS GENERAL WALTER PIRES (CIBld), responsável pela formação, padronização, modernização e atualização na instrução e adestramento dos futuros combatentes blindados.

    Esta transição tem sido rápida e ela também obrigou a uma reestruturação nos conceitos até então vigentes, pois além de trazer um novo carro de combate para nossos padrões, como o Leopard 1A1, também obrigou a aquisição de uma variada gama de outros veículos como o Leopard Escola e Leopard Socorro (Bergepanzer Standard), além de adquirir dois outros modelos únicos, desenvolvidos pela empresa belga SABIEX e que já se encontram no Brasil, sendo os dois únicos no mundo nesta nova configuração de veículo socorro, construídos sobre o chassis do Leopard 1 A1 e bem diferentes do modelo original alemão Bergepanzer. (foto 3, 4, 5 e 6)

    A instrução passou a ter um papel fundamental com esta modernização, visto que muitas das vezes a infra estrutura existente teve de ser adaptada, pois estes veículos trouxeram uma nova realidade para o Exército. Pela primeira vez construiu-se um local apropriado para simular tiros reais na torre de um Leopard 1A1, montada numa sala de instrução, de onde é possível efetuar disparos com munição de pequeno calibre sobre uma maquete móvel simulando uma situação real, onde são treinadas todas as futuras tripulações deste carros. (foto 7)

    Outra inovação, foi a aquisição, em 2001, de 17 redutores de calibre.50 ADVANCED INBORE MARLSMANSHIP TRAINING ENHANCEMENT SYSTEM FOR TANKS (AIMTEST), da firma norte-americana American Apex Corporation, para os canhões de 105mm dos Carros de Combate Leopard 1 A1 e M-60 A3 TTS. (foto 8)

    O treinamento operacional com o equipamento foi realizado no Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, no Rio de Janeiro, no período de 07 a 11 de maio de 2001, e foi assim distribuído:

    Dois para o CIBld ? 01 para o Leopard e 01 para o M-60; Três para os Leopard do1º, 2º RCC ; Dois para os Leopard do 3º RCC; Três para os M-60 do 4º e 5º RCC; e um para o Leopard do REsC (Regimento Escola).

    Vale ressaltar que o redutor de calibre é de fácil instalação, operação e manutenção, permitindo que sejam aproveitados todos os recursos do carro de combate, propiciando alto grau de imitação de combate, a um custo bem reduzido, pois a munição real de 105mm custa em média US$265 cada, e a cal. .50, dependendo do modelo varia de US$2,50 a US$12,50, o que reduz em muito os custos operacionais no treinamento. Ele vem sendo empregado nos Estados Unidos, Dinamarca, Espanha e agora no Brasil.

    Vale salientar que ao sair do M-41 para o Leopard, estes vieram ocupar o lugar daqueles, e aí surgiram dificuldades em virtude de peso, tamanho, tipos de munição, consumo de combustível que teve um aumento substancial, locais apropriados para seu armazenamento, obrigando a adaptar as garagens existentes, muitas das vezes não sendo o ideal, reforço nas áreas de circulação não só nos quartéis, como também em seus deslocamentos nas áreas próximas. Passou-se a ter uma preocupação para deslocamentos a grandes distâncias, em função de carretas que não poderiam ser as mesmas do M-41 e principalmente dificuldades na área ferroviária, em virtude das obras de arquitetura, como pontes e túneis. (foto 9 e 10)

    A parte de logística vem sofrendo uma grande alteração, não só pela novidade, mas principalmente pôr ter dois tipos de CC, o M-60 e o Leopard 1. O MBT escolhido pelo Exército Brasileiro foi o Leopard 1A1, enquanto que os M-60 continuarão a ser usados, mas não haverá novas aquisições destes modelos.

    Recentemente foram adquiridos da firma israelense CHEMOPLAST, abrigos de armazenamento, semelhante a uma barraca, cuja finalidade é acondicionar os CC, reduzindo drasticamente a necessidade de manutenção durante este período. A idéia é a de que todos os Regimentos de Carros de Combate recebam este material, evitando desta forma que alguns dos blindados fiquem ao ar livre cobertos pôr lonas, como tem acontecido em diversas unidades, o que traz sérios problemas para os equipamentos sofisticados no interior dos mesmos, sofrendo com chuvas e forte calor que são uma constante. (foto 11, 11A e 12)

    A utilização do laser e a realização do tiro real, com maior alcance e utilização de diversos tipos de munição incluindo a flecha (APFDS) e torre estabilizada trouxe novas perspectivas para a doutrina vigente, que ensina que um carro do pelotão deva estar parado para realizar o tiro enquanto o outro carro se desloca até nova posição, está sendo revista, pois as características do Leopard 1 permitem tiros em movimento.

    É primordial que todos os regimentos que operam com o Leopard 1, realizem adaptações, devendo, por exemplo, possuir um Núcleo de Instrução Blindada permanente capaz de atingir os seguintes objetivos:

    - qualificar os militares recém chegados á organização;
    - manter centralizado um acervo de informações sobre os carros de combate;
    - padronizar o procedimento relativo aos carros;
    - manter viva a mentalidade de manutenção e zelo com o material.


    Quanto aos Batalhões Logísticos, como organizações militares de apoio, necessitam formar mecânicos em motomecanização, armamento, comunicações e eletricistas em todas os escalões, capazes de dar suporte aos novos equipamentos.

    Na área industrial, uma pareceria entre a MTU e a ZF no Brasil é capaz de oferecer manutenção até aos Leopard 1 V Chilenos em todos escalões. Outro fator relevante é possibilidade de se produzir componentes das lagartas usados nos Leopard entre um acordo comercial, para a produção no Brasil, entre a Diehl alemã e a Novatração brasileira, o que vai facilitar em muito a manutenção.

    Vale lembrar que nenhum dos MBT brasileiros possuem a saia de proteção lateral contra munições de carga oca, fato que tem passado despercebido em razão de nunca termos tido operações reais no emprego de carros de combate, mas que merece uma reflexão, principalmente quando nos deparamos com os acontecimentos como Somália, Kosovo, etc. O Leopard 1 A também necessita de uma proteção maior na torre fundida que não atende aos critérios mínimos de proteção e sobrevivência para a tripulação. (foto 13 e 14)

    Outro fator importante é que num futuro próximo possamos modernizar os nossos Leopard 1A1, o que deveria ser feito em parceria com a indústria nacional, pois, pôr exemplo, o Canadá já nos ofereceu torres do Leopard 1A4, bem mais modernas. Isto e outros itens poderiam revitalizar a nossa Indústria de Material de Defesa, além de ampliar nossos conhecimentos neste campo.

    No ano de 2001 formou-se a primeira turma com 81 alunos, oriundos de todas as unidades de Cavalaria do Exército, o que não havia ocorrido com as demais.

    Os Leopard 1A1 integram o 1º e 3º Regimentos de Carros de Combate no Rio de Janeiro e o 2º em Pirassununga, SP, além do próprio Centro de Instrução de Blindados, Escola de Material Bélico e Regimento Escola, todos no Rio de Janeiro( Ver nota Defesa@Net).

    Neste ano, em maio último foi realizado teste de tiro real com um Pelotão de CC Leopard 1 A1 (4 CC) como exercício final do Estágio Técnico, do CIBld, contra alvos móveis e estáticos, com o carro em movimento e parado, como ocorre todos os anos desde a chegada destes CC, no campo de Provas da Marambaia, RJ.

    Foram também realizadas manobras em diversos outros pontos do território nacional, como o campo de provas de Formosa (GO), onde atuaram diversas unidades que empregam este CC. (foto 15 e 16). Realizaram também operações de transposição de rios com os modernos meios que dispõe hoje o Exército Brasileiro, como as pontes flutuantes tipo RIBBON modelos FBS e FFB-2000, fabricadas na Alemanha pelas empresas EWK e KRUPP. (foto 17 e 18)

    Está também prevista um exercício simulando combates entre CC Leopard e M-60 para o final do mês de junho deste ano no Campo de Provas de Gericinó, no Rio de Janeiro, similar ao realizado no ano passado. (foto 19 e 20)

    A título de curiosidade é bom lembrar que o único país na América Latina a operar CC Leopard além do Brasil é o Chile, que possui mais de 200 unidades dos modelos Leopard 1 V, comprados da Holanda. (foto 21)

    Faz-se necessário que o Exército se liberte do copismo de doutrinas alienígenas, criando e até adaptando-as às peculiaridades de nossa geopolítica. Precisamos ter capacidade para encontrar soluções próprias, incentivando a reflexão, a criatividade, a inventividade, a coragem de ousar discutir conceitos, de perguntar o Porque? e o Para quê? de tudo o que é rotineiramente feito. Somos um país continente. Não temos aspirações de conquistas territoriais e, portanto, se formos levados à guerra, combateremos dentro de nosso território, daí necessitarmos manter nossas forças armadas modernizadas e apoiada por um parque industrial que possa responder no momento certo.

    Ainda há muito para se fazer, mas aos poucos estamos aprendendo e isto é o mais importante.
    Nota Redação: O Autor menciona pontos relevantes que merecem reflexão. Por doutrina o Exército Brasileiro desconhece situações como: Operação em Terrenos Urbanizados, e aqui nem é necessário polemizar com a ação em Área Urbana, mas considere anéis viários, que circundam qualquer cidade hoje, no mundo.



    Ficha Técnica do Leopard 1A1


    País:

    Alemanha

    Fabricante:

    Krauss-Maffei Wehrtecnik GmbH e
    Mak System GmbH


    Tripulação:

    4 homens

    Peso:

    40.000kg

    Comprimento:

    9,54m

    Altura:

    2,40m

    Largura:

    3,25

    Motor:

    MTU MB 838 Ca M500, 10 cilindros, 830hp
    Transmissão: ZF 4 HP 250
    Armamento: Um canhão de 105mm L7 e duas metralhadoras 7,62mm
    Obstáculo vertical: 1,15m
    Trincheira: 3m
    Capacidade de combustível:

    955 litros de diesel
    Raio de ação: 600km em rodovia
    450km em terreno acidentado
    Subida em rampa máxima:

    60%
    Inclinação lateral máxima:

    30%
    Velocidade máxima:

    65km/h


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  3. #2
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    Se o Brasil comprasse uns T 90 e uns Leopard 2 estariamos bem...mais axo q o mais ta em desfalque é a força aérea... se nos invadissemos agora, o maximo que teriamos eram 5 Tucanos com 4 Thompsons coladas com durex nas asas.. axo que o Brasil deveria comprar uns caças melhores, uns harriers ou migs 29, helicopteros de ataque nem que fosse o Mi-28 e uns bombardeiros como os Sukhoi ou F15

  4. #3
    Master Member Avatar de Volkogonov
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    Compraria uns MIG-29 e uns SU-31 e 39 . e De brinde uns Vodniks e uns T90 acompanhado de anguns BTR-90 :bf2br23:.

  5. #4
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    uhAuhauha volkogonov, estamos no Brasil! hahuahu
    Aki os cara nao consegue nem compra um estilingue na lojinha de 1 real!! huahuahuahuahuahua

  6. #5
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    ai meu só digo uma coisa a alemanha para designer de carros de combate só faz bixo bunito.

  7. #6
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    Todos os tanques dos paises que o produzem tem uma coisa boa, Leo II,T-90, Abrams, Challenger II...
    Mas o mais parrudo de todos é esse aki




  8. #7
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    que monstro é esse?

    que eu saiba o tank mais pesado do mundo é o M1 ABRAMS.

  9. #8
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    Esse monstro ae é um Merkava.

    Ainda assim eu acho o Leopard II mto mais bonito, POOORRÉEMMM !!! NENHUM BARRA O NOSSO EE-T1 OSÓRIO (Em termos de beleza é claro, pq o Osório só era o melhor MBT do mundo la pelos anos 80 e início dos anos 90).
    Michell "BlackHawk" - FPERJ #0161 - SAS: Scorpions Airsoft Squad

    www.scorpionsteam.com.br

  10. #9
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    Citar Originalmente postado por pandaodavp
    que monstro é esse?

    que eu saiba o tank mais pesado do mundo é o M1 ABRAMS.
    O maior tanque ja ´´feito´´ foi o tanque Maus alemao da WWII -->>





    197 toneladas...

  11. #10
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    O ruim desse Merkava é que o moto fica na frente, não na parte de tráz como qualquer tanque.
    Para quem não sabe esse tanque é de Israel.

  12. #11
    Master Member Avatar de Volkogonov
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    Citar Originalmente postado por 1g0rm4x
    O maior tanque ja ´´feito´´ foi o tanque Maus alemao da WWII -->>





    197 toneladas...
    Esse tanque era tão lento que não chegou a tempo para ajudar na defeza Alemã. Esse tanque nunca entrou em combate na WW2 (pelo q sei).

  13. #12
    Old-School Member Avatar de IgorMaxx
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    Citar Originalmente postado por Gen.Volkogonov
    O ruim desse Merkava é que o moto fica na frente, não na parte de tráz como qualquer tanque.
    Para quem não sabe esse tanque é de Israel.
    Ruim o motor na frente? atraz ou na frente tem proteção na mesma proporção.
    Mas nao quer dizer que ele seja indestrutivel...

    Um dos mais importantes símbolos da capacidade tecnológica de Israel foi mortalmente ferido, até então invicto, projetado para ter a capacidade de ser até aquela noite indestrutível, ou como consta do catálogo "Israel Defence Sales Directory 2001-2" editado pelo Ministério da Defesa, onde descreve à página 133, o excelente carro de combate Merkava 3, fruto de um longo aprendizado e o modelo mais moderno da família Merkava, no seu último parágrafo ele diz:
    "... Após 30 anos da decisão inicial de produzir uma tanque Israelense, tendo sempre latente a preocupação inicial da viabilidade econômica, o Merkava Mk-3 se converteu em uma das chaves da defesa atual e futura de Israel."
    Surpreso ficamos com a notícia estampada em vários jornais do Brasil e exterior mostrando, que numa operação ousada, grupos palestinos, conseguiram destruir e matar os tripulantes deste formidável engenho militar, concebido após os terríveis combates ocorridos no nos anos 70 e 80 e na primeira intifada.
    Uma mina bem posicionada e comandada a distância feriu de morte este monstro de 61 toneladas, que protegia um comboio de colonos judeus a caminho de Netzarim, na faixa de Gaza. A explosão matou 3 dos 4 tripulantes, quase partiu ao meio o tanque, destruindo ainda boa parte da torre e canhão, coisa até então nunca ocorrida, muito embora outros dois já haviam sofrido danos sérios, mas sem comprometer o veículo e a tripulação, em ataques ocorridos anteriormente.
    O Merkava 3 é equipado com um poderoso canhão de 120mm, um morteiro de 60mm, metralhadoras 7,62mm, blindagem das mais sofisticadas, um motor V-12 de 1200hp frontal, uma característica única, e capaz de alcançar 55km/h, com uma tripulação de 4 homens, podendo na sua parte traseira levar e resgatar soldados em pleno campo de batalha.



    Foto divulgada pela agência AFP . Na parte marcada em vermelho é possível ver o MERKAVA 3 destruído. O caminhão guincho e o Merkava 3 em primeiro plano estão se preparando para retirar os destroços.



    Detalhe da foto anterior em preto e branco para tentar uma melhor visualização. Dentro da marcação vermelha o Merkava 3 destruído. A torre foi muito mutilada, enquanto que a parte frontal onde se situa o motor está aparentemente intacta.
    A resposta de Israel já foi imediata, bombardeando alvos palestinos com seus F-16, mas o choque causado por este ato está longe de terminar, ele será responsável por muitas mudanças no emprego da arma blindada Israelense e também servirá para preocupar os técnicos e engenheiros que estão a desenvolver o Merkava 4 com canhão de 140 mm, previsto para estar operacional por volta de 2005.
    Poucas fotos foram divulgadas, pois a censura imposta a jornais Israelenses não permitiu uma ampla divulgação, coisas de segurança de estado, mas pela divulgada pela agência AFP e divulgada pelo Jornal do Brasil, de16FEV02, dá para se ter uma idéia do ocorrido, bastando um pouco de paciência para localizar no centro da foto o veículo destruído.
    O Merkava 3 possui as principais características:
    a ? blindagem modular;
    b ? blindagem especial que integra os mais recentes avanços técnicos;
    c ? A maior parte do peso do tanque contribui para a proteção dos tripulantes;
    d ? O Merkava pode transportar além da tripulação até 8 soldados de infantaria, equipados, ou um grupo de comandos ou poder evacuar até 3 soldados feridos em macas;
    e ? O tanque é capaz de disparar em movimento contra alvos móveis. Possui ainda altas possibilidades de impacto quando dispara contra helicópteros de ataque, utilizando munição antitanque normal;
    f ? Incrementada potência de fogo dada por um morteiro de 60mm e três metralhadoras 7,62mm;
    g ? Acionamento elétrico da torre;
    h ? A munição armazenada em seu interior é guardada em compartimentos especiais, que previnem a sua detonação em caso de incêndio;
    i ? Possui capacidade de guerra NBC (Nuclear, Química e Bacteriológica);
    j ? O projeto do Merkava gerou uma grande inovação tecnológica ao país, principalmente na parte de soldas e maquinários de grande porte para a construção do casco blindado, fundições de aços balísticos, fabricação do canhão e avanços nas indústrias eletro-óticas aplicando a tecnologia laser. A maioria dos componentes são produzidos no próprio país, menos o motor que é importado dos Estados Unidos.
    Ele representa a capacidade de independência na parte de tanques para as Forças Armadas Israelenses.



    O Merkava 3 ? o mais moderno e letal carro de combate do exército de Israel.

    A família Merkava tem início nos anos 70, quando Israel começa a estudar o desenvolvimento de um MBT (Carro de Combate Principal) de concepção própria.
    O primeiro protótipo surge em 1974, entrando em produção seriada em 1978, como Merkava 1. Em 1983 começa a ser usado o Merkava 2 e em 1989 os estudos do Merkava 3 que começa a ser produzido em séria a partir de 1994. A característica principal dos 1 e 2 é canhão de 105mm.
    Agora só nos resta acompanhar os desdobramentos resultantes deste e de outros problemas que estão aparecendo no Exército Israelense, como a recusa de reservistas em servirem nos territórios ocupados, mas isto já e outra história...


    Última edição por IgorMaxx : 14/06/2006 às 14:58

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